Hospitais privados que atendem o SUS carregam, em média, créditos federais não monetizados que excedem em muito o resultado anual. A maioria dos diretores nunca viu o número calculado para o próprio CNPJ. A Everest faz esse cálculo — antes de qualquer conversa comercial.
Se o cálculo desse direito mudasse a próxima reunião do conselho, quanto tempo você espera para fazê-lo?
A pergunta não é retórica. Toda demonstração que apresentamos começa por ela — e a resposta orienta o resto.
↓ Os três números abaixo ajudam a respondê-la
Hospitais privados que atendem o SUS sustentam a parte mais cara da rede de saúde brasileira — e operam, estruturalmente, no vermelho. Os dados públicos contam a história que o setor já vive todo dia.
Oncologia, cardiologia, transplantes. Sem esses hospitais, o SUS de alta complexidade para. E 800 municípios brasileiros são atendidos exclusivamente por filantrópicos.
Para cada real gasto pelo hospital, o reembolso é de R$ 0,60. Décadas sem reajuste integral da tabela acumularam dívidas estimadas em R$ 8 bilhões. A conta nunca fechou — e está fechando cada vez menos.
Cada um era a única porta de entrada SUS de alguma região. Quando esses hospitais quebram, o SUS quebra junto. A fila atrás de cada porta fechada é gente.
Os que ficaram dividem-se em dois grupos: os que já estão exercendo seus direitos — e os que ainda vão descobrir, tarde demais, que tinham direito a exercer.
Situações concretas em que somos intermediadores entre hospitais privados e o mercado financeiro. Não trabalhamos com tudo — trabalhamos com o que sabemos defender no detalhe.
Hospitais que realizaram procedimentos a valores subfinanciados pelo SUS têm crédito contra a União. A maioria não sabe o tamanho desse direito — e menos ainda como realizá-lo sem esperar anos de processo.
Em 2000, 106 hospitais psiquiátricos privados outorgaram procuração à FBH para ação coletiva contra a União por subfinanciamento histórico. A ação transitou em julgado em 2020. Esses hospitais têm direito reconhecido em sentença e seus processos de execução estão em curso — e são regularmente procurados por fundos.
A Everest desenvolve e acompanha teses jurídico-financeiras em segmentos do sistema de saúde que não estão listados publicamente. Se você atua em um nicho hospitalar ou assistencial e tem dúvidas sobre direitos represados no seu setor, vale uma conversa — pode haver tese em andamento que contempla a sua situação.
O mercado tem advogados que dominam a tese jurídica. A Everest traz o que falta: a visão de quem viveu a operação por dentro — e ainda vive.
Atendo em hospitais públicos e privados. Sei o que é um repasse atrasado travar uma escala, faltar material no meio do turno ou uma cirurgia ser cancelada por falta de caixa. Falo com a diretoria na linguagem da diretoria.
Integro o conselho de um hospital filantrópico. Conheço o orçamento, a relação com o gestor de saúde e a pressão de aprovar um plano com SUS estruturalmente deficitário. Já estive do outro lado da mesa onde a proposta da Everest seria apresentada.
Não chegamos com tese pronta. Entendemos a situação do hospital antes de propor qualquer caminho. A proposta só aparece quando há viabilidade real — e quando não há, falamos isso na primeira reunião.
Essas são as perguntas que orientam toda primeira reunião com a Everest. Se a resposta a alguma delas mudar a sua visão sobre o crédito, valeu o tempo da conversa.
Antes de qualquer conversa sobre estrutura ou honorários, verificamos se há tese legalmente sustentável no seu caso específico. Se não houver, falamos isso na primeira reunião. Não existe proposta sem diagnóstico honesto — e o diagnóstico custa zero para você.
São respostas diferentes para o mesmo crédito. Hospitais com processo em andamento podem vender o recebível e ter liquidez em semanas. Outros preferem aguardar e receber o valor integral. A Everest não tem preferência — apresenta os dois caminhos com os números e as implicações de cada um. A decisão é sua.
Se fundos já batem na sua porta toda semana, você precisa de alguém que entenda o que está sendo oferecido — e se o valor é compatível com o que o processo vale de fato. Conhecer o mercado comprador é parte do que fazemos. Um intermediador qualificado se paga em uma única negociação bem feita.
Sou médico com atuação clínica em hospitais públicos e privados, conselheiro de instituição filantrópica e fundador da Everest. Não venho do mercado financeiro entrando em saúde. Venho da saúde entrando no financeiro — porque ninguém mais ia fazer essa ponte do lado dos hospitais.
"A Everest nasceu de uma constatação simples: hospitais privados que atendem o SUS acumulam direitos represados por falta de estrutura para acessá-los — não por falta de solução. O que falta é o intermediador que entende o problema antes de vender a solução."
Quando converso com um diretor, não preciso fingir que entendo o que é fechar uma UTI por falta de repasse. Já vi acontecer. É disso que a Everest trata — e é por isso que falamos a mesma língua antes de qualquer proposta.
As sete frentes em que hospitais privados que atendem o SUS podem recuperar receita e voltar a respirar — escrito por um médico que escala essa montanha por dentro. Não é folder. Não é venda. É um documento de leitura para quem decide.
Se você dirige um hospital privado que atende o SUS, integra um conselho ou ocupa cadeira de diretoria — e suspeita ter créditos parados, quer avaliar a venda de um processo em execução ou checar se o seu setor é contemplado por alguma tese — o primeiro passo é uma conversa curta. Sem material de venda. Sem pressão.